29 de out. de 2010

PRODUZIMOS

Todo ser vivente produz alguma coisa, e nossa produção pode ser boa ou ruim, para o bem ou para o mal.
No Brasil, produzimos milhões de toneladas de lixo diariamente, enquanto outros sobrevivem dele. Milhares de madeira e carne mortas são extraídas de árvores e animais. Enquanto isso, outros trabalham para preservá-los.
Alguns jornais produzem boa informação, outros produzem pânico; outros, ainda, produzem interesses políticos e comerciais, sem nenhum critério editorial. Alguns políticos “vivos” produzem ações de interesse próprio, que prejudicam o povo, e outros políticos, já mortos, levam consigo a ética esperada pelo mesmo povo. Alguns homens, apesar de sua nobreza, esbanjam simplicidade e outros, nem tão nobres, tropeçam em sua arrogância.
Vivemos num mundo de opostos, que nos revela nossa caminhada em relação à nossa própria produtividade. “Cada criatura, desse modo, produz conforme os agentes em que se inspira”. Reflitamos, pois, o que estamos produzindo em nós, em nossas vidas, em nosso planeta. Não pensemos em quantidade e, sim, na qualidade de nossas ações. Não pensemos apenas em nossa evolução, mas na evolução do nosso entorno, e mais ainda, de nossa civilização. Se fizermos por nós num primeiro momento, estaremos emitindo uma onda restauradora, capaz de influenciar quem está por perto e até onde não podemos imaginar, formando uma grande onda quântica que vibra em todos os seres.
“Permanecei em mim e eu permanecerei em vós” - Jesus (João, 15:4)

2008 Cumprindo a missão

Três anos é tempo suficiente para dizer: eu existo! De fato, e cada vez mais, o JORNALZEN dá o seu recado, com particular deferência aos que apóiam nossa empreitada, sejam leitores, colaboradores ou anunciantes. Tenho a dizer: muito obrigada!
Temos tido particular satisfação com as generosas manifestações a nós dirigidas. Nada é mais prazeroso para um jornalista ou empresário de comunicação do que o retorno de seu público. Em especial, no nosso caso, o retorno ultrapassa a mera demagogia para se firmar como expressão da mais pura emoção.
Fazer um jornal é tarefa das mais árduas, em suas mais diversas etapas. Há quem se aventure a tanto, sem ter a devida noção da intrínseca responsabilidade profissional da atividade. Quando, no entanto, tal ofício tem como pano de fundo proposta das mais nobres, o caminho se abre, ainda que exija vocação e competência.
A experiência que temos tido é das mais gratificantes. Exige inúmeros sacrifícios, que sem dúvida valem a pena. Estamos conquistando respeito de muita gente com uma postura fundamentada na seriedade – como atesta o relato do entrevistado desta edição, o renomado astrólogo Oscar Quiroga.
Há muito a se fazer, entretanto. Temos metas a serem atingidas. Trabalho é o que não falta. A exemplo do que ocorre até aqui, contamos com aqueles que têm no autoconhecimento a essência de um estilo de vida que visa, antes de tudo, servir. Essa é a essência da boa filantropia. Há muito sendo feito nesse campo. Estamos aqui para divulgar tais iniciativas.
O que sentimos é uma visão aflorada de aspectos irreversíveis para o futuro da humanidade. Cada vez mais gente demonstra consciência para a necessidade de uma revisão de valores que culmine em uma sociedade mais justa e solidária. Esse é o nosso desejo. Contribuir para um mundo melhor. Estamos certos de estar cumprindo essa missão. Indubitavelmente, para o bem.   

3 de out. de 2010

APENAS UM DETALHE

Todos os meses em minha coluna, eu comento alguma situação que eu vivenciei ou observei durante o mês. Até agora eu não sabia muito bem o que escrever, mas me ocorreu algo que me trouxe imediatamente até os teclados. Tem horas em que é muito difícil fazer um jornal. E o que vou dizer talvez encontre eco em alguns colegas que vivem a mesma realidade. Parece ser muito difícil para as pessoas que não trabalham com mídia, compreenderem a diferença entre o que é uma matéria jornalística e um informe publicitário. No primeiro caso um jornal faz uma matéria sobre algum evento ou notícia quando o fato ou o assunto é de interesse público de modo a ser benéfica e imprescindível à sociedade. Já uma matéria que visa a promoção de algum lugar ou alguma pessoa, citando seus contatos, passa a ser um informe publicitário e portanto algo que demanda um investimento financeiro. O que ocorre é que algumas pessoas se espantam com o fato do meio de comunicação cobrar por uma matéria promocional, pedindo que se faça uma cobertura do evento ou da pessoa sem custo e às vezes se ofendem ou ofendem o jornal porque este lhe esclarece sobre o custo. É preciso que fique claro o que é mídia e o que é notícia. Ao nosso ver todas as pessoas e lugares que inauguram são importantes, por isso não podemos priorizar este ou aquele em detrimento de outros. O JORNALZEN sabe como reconhecer e promover os profissionais que investem em nosso espaço, oferecendo múltiplos meios de mídia além do jornal impresso, tais como o site onde ganha um banner eletrônico que linka com seu próprio site, o programa de rádio ao qual é convidado a dar entrevista e divulgar seu trabalho, além de uma rede de relacionamentos que se cria e os profissionais são convidados por outros a proferirem palestras,cursos e etc. Sendo assim achei necessário esclarecer as diferenças técnicas de linguagem jornalística para não haver mal entendidos ou melindres e para que seja encarado com maior naturalidade o setor comercial dos jornais. Eu comecei como terapeuta e cobrava pelo meu trabalho de promover o autoconhecimento nas pessoas, da mesma forma como o JORNALZEN cobra pelo serviço de levar informações que promovam o autoconhecimento nos leitores. È simples assim e é um serviço dos mais dignos.