3 de out. de 2010

APENAS UM DETALHE

Todos os meses em minha coluna, eu comento alguma situação que eu vivenciei ou observei durante o mês. Até agora eu não sabia muito bem o que escrever, mas me ocorreu algo que me trouxe imediatamente até os teclados. Tem horas em que é muito difícil fazer um jornal. E o que vou dizer talvez encontre eco em alguns colegas que vivem a mesma realidade. Parece ser muito difícil para as pessoas que não trabalham com mídia, compreenderem a diferença entre o que é uma matéria jornalística e um informe publicitário. No primeiro caso um jornal faz uma matéria sobre algum evento ou notícia quando o fato ou o assunto é de interesse público de modo a ser benéfica e imprescindível à sociedade. Já uma matéria que visa a promoção de algum lugar ou alguma pessoa, citando seus contatos, passa a ser um informe publicitário e portanto algo que demanda um investimento financeiro. O que ocorre é que algumas pessoas se espantam com o fato do meio de comunicação cobrar por uma matéria promocional, pedindo que se faça uma cobertura do evento ou da pessoa sem custo e às vezes se ofendem ou ofendem o jornal porque este lhe esclarece sobre o custo. É preciso que fique claro o que é mídia e o que é notícia. Ao nosso ver todas as pessoas e lugares que inauguram são importantes, por isso não podemos priorizar este ou aquele em detrimento de outros. O JORNALZEN sabe como reconhecer e promover os profissionais que investem em nosso espaço, oferecendo múltiplos meios de mídia além do jornal impresso, tais como o site onde ganha um banner eletrônico que linka com seu próprio site, o programa de rádio ao qual é convidado a dar entrevista e divulgar seu trabalho, além de uma rede de relacionamentos que se cria e os profissionais são convidados por outros a proferirem palestras,cursos e etc. Sendo assim achei necessário esclarecer as diferenças técnicas de linguagem jornalística para não haver mal entendidos ou melindres e para que seja encarado com maior naturalidade o setor comercial dos jornais. Eu comecei como terapeuta e cobrava pelo meu trabalho de promover o autoconhecimento nas pessoas, da mesma forma como o JORNALZEN cobra pelo serviço de levar informações que promovam o autoconhecimento nos leitores. È simples assim e é um serviço dos mais dignos.

Um comentário:

  1. sou prova viva disso ....
    parabéns pelo blog e jornal, como sempre MARAVILHOSA....
    beijos no coração

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