Nesta edição iria escrever sobre a tristeza sentida ao perder nosso leitor e amigo Péricles Previtalli, que fez sua passagem no final de janeiro. Um mês antes ele havia sido sorteado em uma de nossas promoções. Na oportunidade, conversamos muito, até sobre vida e morte, e ele pediu uma cópia de sua foto para guardar de recordação, e me cobrava isso com urgência, como que sentindo seu curto tempo.
Vocês repararam como as pessoas percebem quando estão partindo? Mas o que quero mesmo é escrever sobre a alegria, a mesma que o sr. Péricles tinha e com a qual contagiava a todos que conhecia. Da mesma forma, e com igual entusiasmo pela vida e pela liberdade de expressar seus sentimentos e ideias, a entrevistada desta edição, a poeta e escritora Arita Pettená.
Para completar este quadro, estou retornando de uma experiência que me trouxe muita alegria. Participei da primeira aula de paneuritmia. Essa técnica surpreendente está descrita numa matéria especial nesta edição. Alegria também é a palavra que descreve Petrus Schoenmaker, um conhecido facilitador de danças circulares sagradas e folclóricas na vizinha e bucólica cidade de Holambra. Contagiei-me por seu entusiasmo e por sentir ressoar em mim como um caminho verdadeiro. É com o mesmo entusiasmo que recomendo às pessoas que me leem neste momento a conhecer essa modalidade de dança circular, oferecida gratuitamente. Trata-se de um trabalho espiritual, também chamado seva (em sânscrito) ou serviço, que expressa o fato de passarmos para a humanidade um conhecimento que traga evolução ao ser humano, seja espiritual, intelectual ou social. Assim também funciona a Educação em Valores Humanos de Sathya Sai Baba ou os passes no espiritismo.
Concluindo: somos todos merecedores dos milagres, assim como somos todos capazes de realizá-los. “Trabalhe para Deus que Ele trabalha para você”.
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