Na onda da mulher
A mulher está “na moda”, pelo menos no Brasil. Desde que Dilma Rousseff foi eleita presidente, vem se estabelecendo uma onda de valorização da mulher nos mais variados setores de trabalho e da sociedade. No Brasil, é assim. Vivemos ondas midiáticas e arquetípicas que determinam pensamentos e comportamentos de massa.
Atualmente, temos notícias de empresas que priorizam e contratam mais mulheres em seus quadros, em diversas funções. Embora tenha crescido a participação das mulheres no mercado de trabalho, os salários continuam menores em relação a homens que exercem o mesmo cargo.
Hoje temos mulheres ocupando outros postos, até em campos comumente masculinos, como o futebol. Na política, de uma forma geral aumentou muito o número de cargos de ministras e secretárias em diversas capitais. Outro exemplo é a nomeação da delegada Martha Mesquita Rocha para a chefia da Polícia Civil do Rio de Janeiro, que passa a ser a primeira mulher a comandar cerca de 12 mil policiais.
Grupos de mulheres são formados nas mais diversas partes do mundo. Eu mesmo participo de um desses, uma vez por mês, no qual podemos trocar experiências, acolhimentos, conselhos de sabedoria vivencial, orações, danças, artes e quitutes. Tudo isso é extremamente saudável e nos preenche e fortalece muito.
Geralmente os homens não entendem esse comportamento, que é quase que instintivo em nosso gênero, e perdem a oportunidade de tentar fazer o mesmo e se fortalecerem emocionalmente. Dessa forma, reduziriam drasticamente as possibilidades de, por exemplo, sofrer um infarto e seriam muito mais criativos e inteiros.
Sinceramente, espero que essa onda não seja passageira e que de fato nós, mulheres, possamos enfim circularmos à vontade neste mundo.
Nenhum comentário:
Postar um comentário