Quando li esta frase citada no livro Pérola Negra – que, de tão envolvente, li em apenas dois dias –, de Elaine Pereira da Silva, refleti sobre minha própria vida e de milhões de mulheres neste mundo que não conhecem o significado dessa palavra. É verdade que muitas vezes reclamamos, choramos, brigamos e fraquejamos. Porém, nunca desistimos.
O mestre indiano Sathya Sai Baba diz que a mulher é a mola mestra da sociedade, sendo a responsável pela formação e educação dos homens, assim como nutre com o leite e o amor. Se a mulher desiste, o mundo pára. Por mais que nos sintamos inseguras e cansadas, não podemos desistir. O tempo também não nos permite descansar. Há muito o que fazer por aqui e além daqui, pois nossa alma não tem descanso nunca.
O filme À Procura da Felicidade nos mostra que, quando pensamos que chegamos ao nosso limite, ainda somos capazes de um pouco mais, pela nossa persistência, e esse pouco a mais pode ser decisivo para obtermos a felicidade. Isso também aprendi em uma vivência de final de semana no Leader Training, em que você tinha que correr pra um “X” marcado no chão, disputando com outros ao redor. Desse modo, a gente aprende a lutar por nosso espaço. Eu corro “para alcançar o ‘X’ ” todos os dias, incansavelmente, e na verdade não existe um limite ou final.
Somos uma centelha divina luminosa e ilimitada – devemos sempre nos lembrar disso. Vamos acreditar no ser humano. Vamos exaltar essas mulheres que correm diariamente para alcançar o “X” em todos os segmentos da sociedade e para a sociedade. Salve as ‘Elaines’, as ‘Silvias’ e as ‘Marias’. Parabéns a todas as filhas de Eva!
“Não existe lugar para descanso nesta peregrinação; é uma viagem sem paradas, de dia e de noite, por vales e desertos, através de lágrimas e sorrisos, através de morte e nascimento.” (Sathya Sai Baba)
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